por Zé Luís
perfume elegante:
-Tenho algo para você: Um carro excelente, econômico, sem nada para fazer! Inteiro! Com ele você poderá viajar com
sua família, as mulheres o olharão com outros olhos, será um homem bem
sucedido... basta que faça um pequeno desfalque em sua empresa...
-Poxa... trabalho com meu pai, ele não perdoa este tipo de traição...
-Ele disse isso? - questionou o astuto vendedor – Ele só não que que você
seja como ele. Por isso impõe essas regras tolas...
Vendo que podia fazer de tudo na empresa do pai, pensou que uma pequena regrinha,
um desfalque não faria mal algum, além de fazê-lo sentir-se diferente.
Uma sensação que ele ( e sua família, já que todos compactuaram com a
ação nefasta do homem) sentiu. Parecia prazer, mas era o que se sente
quando se erra deliberadamente. Tem um gosto fugaz, que se espalha pelo
peito, nos adoece e mata. Ele desfalcou, mas o vendedor não quis o
dinheiro. Só queria ver a reação previsível do pai.
O estranho desta história era que o rapaz, filho do empresário, tinha em sua
garagem um carro melhor do que o oferecido pelo vendedor. Ele podia
viajar a hora que quisesse, e embora tivesse uma esposa que o
satisfizesse, se quisesse outras, teria, sem precisar do carro..."
era bom e o que não era, o que podia e o que não podia.
“viveram felizes” pior?
nossos quartos, em nossos bolsos.
sempre fazer. Fazemos?


















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